As Teses de Genebra (1649): Uma Jóia Recentemente Descoberta

(levemente modificado de um artigo originalmente publicado no Jornal Britânico Reformado)

 

Introdução

Entre os 127 credos nos quatro volumes das Confissões Reformadas do Século 16 e 17 em Tradução para o Inglês, compilado e editado por James T. Denisson, Jr., existe um documento altamente significante disponível na língua inglesa, antes de agora, somente em uma Th.D Tese de 1971 para uma universidade Canadense. 1 Essa “jóia recentemente descoberta,” como o título deste artigo coloca, são as Teses de Genebra (1649). Esta linda, pequena jóia, aninha-se perto do meio do volume 4 do trabalho de Dennison (pp.413-422), que inclui sua introdução (pp.413-415), sua transcrição do documento primário em Latim (pp.415-418) e sua tradução revisada para o Inglês (pp.418-422).

As Teses de Genebra foram escritas em oposição à teologia do herege Moise Amyraut (1596-1664) (dái Amiraldianismo), o mais famoso estudante e professor da Academia de Saumur (daí Salmurianismo) na França ocidental. No coração podre da doutrina de Amyraut da hipotética graça universal, tanto da hipotética eleição universal e da hipotética expiação universal, está a noção que Deus deseja salvar a todos, cabeça por cabeça, incluindo o réprobo—hoje chamada de livre oferta ou oferta bem intencionada.

Antoine Léger (1594-1661) foi um dos dois pastores e professors teológicos da igreja e academia de Genebra que redigiu as Teses de Genebra. Léfer teve um papel em conexão com duas outras confissões Reformadas, a primeira sendo a Confissão de Cyril Lukaris (1629). Enquanto ministro em uma igreja nos Alpes Italianos:

Em 1628, a Venerável Companhia de Pastores em Genebra sugeriu que ele fosse à Constantinopla como um capelão da embaixada Holandesa. Logo depois de sua chegada, Léger se tornou amigo íntimo de Cyril e foi recebido como um espírito de afinidade teológica (vol.4, pp. 154-155).

Segundo, antes de sua morte em 1661, Léger escreveu o prefácio da Confissão Valdense (1662) (vol. 4, pp. 496-498).

O outro teólogo que redigiu as Teses de Genebra foi Théodore Tronchin (1582-1657). Tronchin estudou teologia em Genebra e Basileia (no que é hoje a Suíça), Heidelberg (Alemanha), Franeker e Leiden (Holanda). Junto com Giovanni Diodati (1576-1649), a quem ele mais tarde sucedeu como professor teológico, Tronchin era um delegado de Genebra para o grande Sínodo de Dordt que condenou o Arminianismo. Trinta anos depois ele escreveu as Teses de Genebra na mesma tradição da graça soberana, como os Cânons de Dordt (1618-1619), contra o inimigo mais sutil (Amiraldianismo). É digno de nota que Tronchin era amplamente considerado por ser um teólogo irênico.

Os cinco capítulos das Teses de Genebra são entitulados “I. Concernente ao Pecado Original” (contra imputação mediada, especialmente ensinada por Saumur’s Josué de la Place), “II. Concernente a Predestinação,” “III. Concernente a Redenção,” “IV. Concernente a Disposição do Homem à Graça” e “V. Concernente as Promessas Feitas aos Crentes e Suas Prerrogativas.” Como os mais famosos cinco capítulos dos Cânons de Dordt (1618-1619), do qual nós temos os Cinco Pontos do Calvinismo que as Teses de Genebra procuraram guardar, este credo muito mais curto consiste de afirmações positivas (que variam de dois a quatro artigos) e rejeições de erros (de um a 4 artigos).

…”

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